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SEMINTENDES

Lendo, vê Semintendes...

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SEMINTENDES

01
Jul08

Pai de Padre Luís Leal, Pároco de Marvila-Lisboa, ordenado Diácono

lamire
Francisco Freire Leal é natural de Ansião

Francisco Freire Leal nasceu a 6 de Janeiro de 1940, em Casal Viegas, Ansião, tendo frequentado o Seminário de Coimbra, para onde entrou em 1951, juntamente com outros alunos do concelho - Abílio Domingues e António dos Santos, de Santiago da Guarda - tendo desistido de ser padre a partir do  7º ano.
Há muitos anos que vive em Lisboa, tendo  feito a maior parte da sua vida na Companhia Nacional de Navegação, que, entretanto, foi extinta.
É casado e pai de três filhos.
Luís Leal, um deles, foi ordenado presbítero há 9 anos e é pároco da Igreja de Marvila, Lisboa.

No dia de S. Pedro e S. Paulo, 29 de Junho, o Patriarca de Lisboa, D. José Policarpo, procedeu à ordenação de 7 novos padres e 4 diáconos.
Os presbíteros eram oriundos, 5 do Seminário dos Olivais e 2 do Seminário Redemptoris Mater - Caminho Neocatecumenal, tendo estes como  nacionalidade original o Peru e a República Dominicana
Os Diáconos,  dois vêm dos Padres Dehonianos-S.C.J., com origem  nos Camarões  e um da Congregação da Missão.
Por último, Francisco Freire Leal, Diácono Permanente, ordenado para a Diocese de Lisboa, residente na Ameixoeira, mas natural de Ansião.
Francisco Leal, ao ter frequentado o Seminário de Coimbra, sentiu em toda a sua vida um certo carisma de entrega, a que ele chama "a sua dívida".  E, após 3 anos de preparação,  decidiu, desta forma, ser prestável à Igreja, actualmente tão carenciada de quem aposte em a servir incondicionalmente.
A celebração realizou-se no Mosteiro dos Jerónimos, única Igreja  de Lisboa em que seria possível albergar a quantidade de fiéis que quiseram estar presentes e que são um sinal da forte união eclesial.
Esta cerimónia,  ao mesmo tempo que noutras dioceses ( Consulte: Padre João Lavrador sagrado Bispo em Coimbra), coincide com a comemoração dos 30 anos de  Ordenação Episcopal de D. José Policarpo.
Falámos com o novo diácono, que não deixa de registar toda a compreensão e aceitação da sua família para esta nova missão. Sua esposa, Salete, é quem trata das suas novas vestes eclesiais, nas quais pôs todos os seus dotes de costureira nata, confeccionando a dalmática e a estola usada pelo seu marido.
Francisco Leal aguarda agora ser requisitado, pois nesta cerimónia comprometeu-se a servir a Igreja nesta missão que lhe foi confiada pelo maior representante Eclesial do País, o Patriarca D. José Policarpo.

01
Jul08

Padre de Lúcia já é bispo

lamire

Ordenação decorreu na Sé Nova de Coimbra

PERFIL

D. João Lavrador tem 52 anos e é licenciado em Teologia. Natural do concelho de Mira, era até agora Pró-Vigário Geral da Diocese de Coimbra. Padre desde os 25 anos, foi reitor do Seminário de Coimbra, de 1991 a 1997, data em que foi nomeado Vigário Geral da Diocese. Era também director do Instituto Universitário Justiça e Paz, Cónego da Sé e Capelão do Carmelo de Coimbra tendo acompanhado, durante anos, o percurso espiritual da Irmã Lúcia, de quem era confidente.

 

O capelão do convento das Carmelitas de Coimbra, D. João Lavrador, que acompanhou o percurso espiritual da Irmã Lúcia, sobretudo no leito da morte, foi ontem ordenado bispo auxiliar da Diocese do Porto.

Numa cerimónia que decorreu na Sé Nova, em Coimbra, na presença de centenas de pessoas – entre as quais vários bispos – João Lavrador jurou ser "fiel à Igreja" e "guardá-la como esposa santa de Deus".

A presidir a homilia, o bispo de Coimbra, D. Albino Cleto, referiu--se à coesão da Igreja Católica lembrandoque"aunidadese constróisobrerochahumana". Sublinhou o papel do episcopado na conversão, ao afirmar que "nos dias que correm e nestas terras da Europa em que vivemos o martírio [de um Bispo] poderá chamar-se despojamento".

João Lavrador recordou os ensinamentos de João Paulo II que dizia que "o Bispo, agindo em lugar e em nome de Cristo, torna-se sinal vivo do Senhor Jesus, Pastor e Esposo, Mestre e Pontífice da Igreja". Para o "saudoso" Papa "os fiéis devem poder contemplar no rosto do Bispo as qualidades que são dom da graça e que as bem-aventuranças constituem quase o auto-retrato de Cristo". O novo bispo revelou que são "essas palavras as linhas de força" do seu programa episcopal.

"Sinto a Igreja a dizer-me que o bispo é profeta, testemunha e servo da esperança sobretudo nas situações onde maior é a pressão de uma cultura imanentista que marginaliza qualquer abertura à transcendência", afirmou.

João Lavrador cumpriu o rito da ordenação episcopal e recebeu o Livro dos Evangelhos, o anel, a mitra e o báculo pastoral que o acompanharão na nova caminhada de fé que agora inicia na diocese do Porto junto de D. Manuel Clemente.

 

D. JOÃO LAVRADOR,

BISPO AUXILIAR DO PORTO

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"AFASTADOS DE DEUS"

 

Correio da Manhã – Ficou surpreendido com a nomeação?

D. João Lavrador – Fiquei surpreendido em primeiro lugar por ser nomeado bispo auxiliar e, depois, por ser para o Porto.

CM – Que desafios o esperam?

D.J.L. – Os desafios hoje são globais. O que devemos fazer é responder às solicitações da Igreja e da sociedade que é de mudança e renovação constantes e onde há um afastamento de Deus.

CM – A proximidade com a Irmã Lúcia marcou-o de que forma?

D.J.L. – Tive o privilégio de conviver com Lúcia e de ter participado nas suas cerimónias fúnebres, um momento de grande intensidade espiritual. Sei que ela levou as minhas intenções a Deus e espero que o processo de beatificação decorra de forma serena para que em breve suba ao nosso altar.

 
 CARDEAL ORDENA SETE PADRES

O Cardeal-patriarca de Lisboa, D. José Policarpo, ordenou ontem, no Mosteiro dos Jerónimos, sete padres e quatro diáconos, naquela que foi a cerimónia, este ano, de maior número de ordenações presbiterais.

Aliás, a Diocese de Lisboa é a que mais padres ordena este ano, num total de oito, seguida de Viana do Castelo com cinco.

Este ano, porém, nem é dos piores, para a Igreja Católica, em termos de ordenações, já que são 45 os padres que recebem o sexto Sacramento, mais quatro do que no ano passado.

Quanto às outras dioceses onde haverá missas novas, há cinco com três ordenações (Braga, Bragança-Miranda, Guarda, Setúbal e Funchal) e sete com duas (Vila Real, Lamego, Viseu, Coimbra, Évora, Beja e Faro). Finalmente, nas dioceses do Porto, Portalegre-Castelo Branco e Aveiro vai ser ordenado, em cada uma delas, apenas um novo sacerdote.

Cátia Vicente/S.C.
 
in: Correio da Manhã, 30Jun08

 

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