Quinta-feira, 15 de Dezembro de 2005

TÁCTICA POLICIAL

“ – O assassínio de polícias é um sinal de falhas de avaliação dos bandidos (e seus cúmplices) e de falta de rigor táctico. Alerta-se que todo o cuidado é pouco, mas depressa se esquece que as regras do jogo não são iguais para ambas “as equipas”. Avisam-se uns que devem primeiro rematar para fora e por alto, mas há outros que podem disparar ao primeiro toque e a matar.
Exige-se concentração, em especial nas partidas que são arbitradas por juízes (mesmo os supostamente da casa) que têm critérios diferentes para julgar as faltas. Pede-se cuidado redobrado com os árbitros que fazem vista grossa às “entradas” dos assassinos, à dureza dos seus desarmes ou à forma violenta como derrubam os nossos pontas-de-lança. Porque enquanto eles são admoestados, nós vemos o cartão vermelho à primeira.
Marcar “em cima” só em flagrante e, mesmo assim, dê-se-lhes tempo para que recuem até ao seu meio campo. E se eles se fecham muito, não se ataque pelas laterais, não vá a gente encontrar um libero em liberdade condicional. Nada de tocar nos “rapazes”, gritam com hipocrisia os tais que proíbem perseguições e lagartas!
O adversário é rápido e não hesita em atirar a bola para fora, para atrasar o nosso contra-ataque. Preferem jogar à noite, de preferência em campos pouco iluminados. Treinam muito à porta fechada, em especial o desarme, as simulações e o fora de jogo. À entrada da área não hesitam em varrer a zona à margem das leis. Algumas equipas até já têm treinadores estrangeiros, cientes que por cá as regras do jogo são mais suaves e foi abolido o castigo máximo.
Apesar deste sistema de paz podre no jogo do combate ao crime, permitam-me que neste intervalo dê uma nova táctica: que os políticos respondam também pelos seus falhanços, muito por culpa da autonomia que deram ao MP e da falta de autonomia dos polícias. E depois, sim, caímos-lhes em cima. É que tendo eu nascido com as ervas deste campo, que é a minha pátria, tenho cá uma fezada que, mesmo sem prémio de jogo, na segunda parte até os comemos.”
....
in:24 Horas, 15.12.05, Barra da Costa
enviado por:João D. Silva


publicado por lamire às 23:34
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